Vicae loção hidratante pós-laser com ácido bio hialurônico e vitamina E

Vicae loção hidratante pós-laser com ácido bio hialurônico e vitamina E (3276)

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Vicae loção hidratante pós-laser com ácido bio hialurônico e vitamina E
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VICAE Loção Hidratante Pós-Laser com Ácido Bio Hialurônico e Vitamina E

 

EXTRA HIDRATAÇÃO E REGENERAÇÃO DA PELE, ALÍVIO E REFRESCÂNCIA!

DERMATOLOGICAMENTE TESTADO E ISENTO DE PARABENOS

A Loção pós-laser VICAE, foi desenvolvida especificamente para servir como coadjuvante nos tratamentos com laser e outros peelings. Sua formulação de rápida absorção e a equilibrada combinação de seus ativos, não só proporciona alívio e refrescância logo após o tratamento, como acelera o processo de regeneração, hidratando e prevenindo o envelhecimento precoce da pele.

Tamanho: 120 ml

Validade: 3 anos.

Registro Anvisa Numero: 2286.30141.001-2

Autorização Funcionamento: 2.02.863-1

MECANISMO DE REGENERAÇÃO PÓS-LASER VICAE

 

Quando a pele sofre algum tipo de lesão como a provocada por tratamento a laser, os fibroblastos migram até este local e produzem colágeno e proteoglicanas a fim de reparar e remodelar o tecido lesado. Os fatores de crescimento presentes nos ativos VICAE, irão se ligar aos receptores de IGF dos fibroblastos, incrementando a produção de colágeno e proteoglicanas, estimulando os fibroblastos a transformarem glucose em glucosamina.

Na presença de Zinco e Vitamina C também presentes nos ativos VICAE, essa glucosamina será transformada em pró-colágeno que estimulado pelo fibroblasto converte-se a colágeno ("Core-Protein"). O Ácido Hialurônico e proteoglicanas, junto com essas "Core-Proteins" são componentes essenciais do tecido conectivo.

Portanto os ativos VICAE estimulam a produção de colágeno, que será incorporado ao tecido lesado.

 

 

BENEFÍCIOS DOS ATIVOS PÓS-LASER VICAE

 

Ácido Bio Hialurônico (Sodium hyaluronate)

Regenerante, protetor dos tecidos, hidrata e melhora o tônus da pele

Ácido Bio Hialurônico ou Ácido Hialurônico biotecnológico é obtido por fermentação de substratos de plantas, pode, por exemplo, ser obtido da fermentação do açúcar de beterraba por lactobacilos. O Ácido Hialurônico é um polissacarídeo, formado por unidades do ácido glucurônico e N-acetilglicosamina, esta presente no organismo de todos os animais e em todos os órgãos do nosso corpo, em diferentes proporções, sendo que a pele contém 56 % do total.

Com o avanço da idade, o Ácido Hialurônico diminui, diminuindo também a hidratação e elasticidade da pele, o que contribui para o surgimento de rugas. Atualmente, o Ácido Hialurônico biotecnológico é uma das substâncias mais utilizadas na dermatologia e medicina estética, pois colabora no controle da hidratação da derme e no tônus da pele, além da prevenção da integridade das fibras de colágeno e do cross-linking das células, ajudando a manter a elasticidade, hidratação, sustentação e estrutura da pele. Protege os tecidos subcutâneos por limitação da difusão de bactérias e toxinas.

Ácido Hialurônico na lesão cutânea

- Promove proliferação e migração celular;
- Protege o tecido granuloso contra a lesão causada por radicais livres de oxigênio;
- Inicia a resposta inflamatória, promovendo a recuperação da lesão do tecido e a manutenção da integridade celular;
- Estimula o colágeno III, a expressão do TGF-beta3 e a proteína 1 de ativação;
- Promove a angiogênese;
- Age na fase de granulação e reepitelização durante o processo de cura da lesão;
- Promove regeneração celular.

 

 

 

Aloe Vera (Aloe Barbadensis)

Refrescante, hidratante, anti-inflamatório, restaurador do sistema imunológico.

A polpa do Aloe Vera contém mais de 200 moléculas com atividade biológica, entre as quais destacamos os polissacarídeos, enzimas, aminoácidos, vitaminas ( B1, B2, C, B6, Niacinamida e Colina), minerais (sódio, potássio, fósforo, cloreto, traços de cálcio, magnésio, cobre e zinco), constituintes bioquímicos, entre outros. Todos esses componentes trabalham sinergicamente a fim de produzir os efeitos atribuídos ao Aloe Vera.

 

Óleo de Andiroba (Carapa Guianenses oil)

Cicatrizante, suavizante, emoliente e antisséptico.

A Andiroba pertence à família das meliáceas, nativa da Amazônia, mais precisamente das ilhas e várzeas do baixo Solimões. A Andiroba é uma árvore de múltiplo uso, fornece um dos óleos medicinais mais utilizados na Amazônia, seu óleo possui diversas propriedades testadas e comprovadas através de pesquisas em Universidades do Brasil e em Centros de Pesquisa de outros países. Entre as muitas propriedades atribuídas a ele destacam-se a ação cicatrizante, emoliente, antisséptica, hidratante e suavizante. O óleo amacia a pele, regenera e apresenta ótimo efeito sobre os tecidos inflamados. As principais substâncias biologicamente ativas no óleo de Andiroba, relacionados com suas propriedades anti-inflamatórias e antissépticas são os limonóides e triterpenos, que estão presentes na sua fração insaponificável.

 

Vitamina E (Tocopheryl Acetate)

Antirradicais livres, previne o envelhecimento precoce.

É uma vitamina lipossolúvel, envolvida em processos metabólicos de eliminação dos radicais livres. Como as vitaminas A e D, a vitamina E também é bem absorvida pela pele. Devido a sua ação antioxidante, protege as estruturas celulares evitando danos irreparáveis às células, promovendo um efeito antienvelhecimento.

 

Ácido HialurÔnico

Ácido Hialurônico: Mais que um hidratante 
Ácido hialurônico, ou hialuronan, é um polímero formado pela repetição da uma unidade dissacarídea única, ácido D-glicurônico e D-N-acetil glucosamina. Nessa estrutura polimérica pode ser ligado um grande número de proteoglicanas sulfatadas, de até uma centena. Essas estruturas supramoleculares podem ‘capturar’ moléculas de água e alguns íons, promovendo hidratação e turgor tissular(1).

Unidade do dissacarídeo de hialuronan.

 

Como não possui núcleo proteico, a síntese de ácido hialurônico é realizada através de um processo único que depende da atividade enzimática da hialuronan sintetase. Esse polímero foi identificado em todos os tecidos de vertebrados e pode ter massa molecular de até 107 Daltons (1).
Hialuronan (AH) é o componente ‘chave’ da matriz extracelular (MEC) e está envolvido em vários mecanismos do processo de cura de lesões. É altamente higroscópico e é importante para a visco-elasticidade da pele (2). Devido a suas propriedades fisico-químicas excepcionais e capacidade higroscópica, assim como à participação das diversaos processos biológicos, o ácido hialurônico é um componente essencial da MEC (1).
A interação entre o hialuronan e seu receptor da membrana celular CD44 inicia algumas vias de sinalização intracelular, regulando a proliferação, a migração e a diferenciação. A resposta celular é amplamente influenciada pelo tamanho do polímero e pela estrutura de fragmentos formados pela degradação do AH pela ação de radicais livres ou da hialuronidase (1).
Metabolicamente, o ácido hialurônico é muito ativo: a meia vida desse composto na pele é de um dia. Embora esteja presente em todos os tecidos, mais de 50% do AH encontra-se na pele. Na epiderme, participa da proliferação e da diferenciação das células basais e na derme está associado ao versican, exercendo várias funções (1).
Ann Dermatol Venereol. 2010 Apr;137 Suppl 1:S3-8.
Ann Dermatol Venereol. 2010 Apr;137 Suppl 1:S30-9.

Os Tipos de Ácido Hialurônico

De acordo com o peso molecular, podemos diferenciar 3 diferentes classes de ácido hialurônico:

  • Ácido hialurônico de alto peso molecular
  • Ácido hialurônico de baixo peso molecular
  • Ácido hialurônico de baixíssimo peso molecular

Essas moléculas apresentam diferente permeação cutânea.
As propriedades das moléculas do AH dependem do seu peso molecular. O ácido hiaurônico de alto peso molecular, ou hialuronan nativo possui propriedades estruturais, enquanto os produtos da sua degradação, os oligômeros, estimulam a proliferação das células endoteliais e a migração. Os oligômeros do AH também modulam os processos inflamatórios e promovem a neo-angiogênese durante diferentes fases da cura das lesões (2).
Ann Dermatol Venereol. 2010 Apr;137 Suppl 1:S30-9.

Ácido hialurônico de alto peso molecular

Também chamado de ácido hialurônico, ou hialuronan nativo, é a forma do ácido hialurônico mais comumente utilizada. Seu peso molecular pode ser até 10.000.000 Da.

Ácido hialurônico de baixo peso molecular

Segundo um estudo, o ácido hialurônico de baixo peso molecular possui a capacidade de permear a barreira epidérmica e proteger o tecido granuloso contra as lesões causadas por radicais livres de oxigênio (3).
Int J Tissue React.2002;24(2):65-71.

Ácido hialurônico de baixíssimo peso molecular

Um teste realizado pelo fabricante desse ácido, Q.P. Corporation, Japão, confirmou que esse produto é altamente hidratante.

Ácido Hialurônico e Cicatrização: Comprovações Científicas

Ácido hualurônico tem habilidade de promover a cura das lesões (4), e é amplamente estudado. Hialuronan melhora e acelera o processo de cura das lesões agudas e crônicas da pele (5) e vários estudos científicos confirmaram essa ação.
J Biomater Sci Polym Ed. 2010;21(6):715-26.
Am J Clin Dermatol. 2006;7(6):353-7. 

Estudo Clínico 1
O AH favorece a cicatrização das lesões cutâneas sem a formação de cicatriz, proporcionando um ambiente celular parecido com o de feto (fetal-like) (6).

Pesquisadores da Faculdade de Medicina de Cannes, França, avaliaram os efeitos do ácido hialurônico e seus fragmentos, HA-12 e HA-880, na proliferação dos fibroblastos humanos e na expressão de genes correlacionados à matriz. De acordo com os resultados, as 3 formas promoveram adesão e proliferação celular, aumentaram as metaloproteinases 1 e 3 da matriz extracelular. O ácido hialurônico e o fragmento HA-12 promoveram a estimulação de colágeno III e TGF-beta3, enquanto somente o ácido hialurônico promoveu a ativação de factor-kappaB e proteína ativada 1.

Dependendo do seu tamanho, o ácido hialurônico pode promover diferente regulação do processo de cura da lesão cutânea.
O ácido hialurônico estimula o colágeno III, a expressão do TGF-beta3 e a proteína 1 de ativação, sugerindo que pode até promover um ambiente celular parecido com o de feto (fetal-like), o que favorece a cicatrização da lesão da pele sem a formação de cicatriz.
Wound Repair Regen. 2008 Mar-Apr;16(2):274-87. Epub 2008 Feb 13. 

Estudo clínico 2
Hialuronan facilita a proliferação dos fibroblastos mediada pelo fator de crescimento TGF-beta1 (7).

Cientistas ingleses pesquisaram os mecanismos que determinam a cura da lesão sem a formação de cicatrizversusformação de cicatriz. Foi observado que a proliferação dos fibroblastos é regulada pelo TGF-beta1, através da sinalização Smad3*( um gene, mediador crítico da via de sinalização TGF-beta), e que a inibição da síntese de hialuronan promove a redução total da proliferação dos fibroblastos TGF-beta1- mediada.
J Biol Chem. 2008 Mar 7;283(10):6530-45. Epub 2008 Jan 2.

Estudo clínico 3
Hialuronan é um potente estimulador da angiogênese na cura da lesão (8).

Os resultados de um estudo publicado no periódicoClinical and Investigative Medicine demonstraram que o hialuronan promove a cura da lesão acelerando a angiogênese, estimulando a proliferação das células endoteliais através da via de transdução de sinal o-HA-RHAMM (Receptor for HA-Mediated Motility).
Clin Invest Med. 2008;31(3):E106-16.

Estudo clínico 4
A interação entre o hialuronan e os seus receptores promove a recuperação da lesão do tecido e a manutenção da integridade celular (9).

Um estudo confirmou que a interação entre o hialuronan e os seus receptores inicia a resposta inflamatória, promovendo a recuperação da lesão do tecido e a manutenção da integridade celular.
Annu Rev Cell Dev Biol. 2007;23:435-61.

Ácido Hialurônico e Hidratação: Comprovações Científicas 

Devido a sua estrutura polimérica e ao grande número de proteoglicanas sulfatadas ligadas nela, o ácido hialurônico pode nessa estrutura ‘capturar’ moléculas de água e alguns íons, promovendo hidratação e turgor tissular (1).
Ann Dermatol Venereol. 2010 Apr;137 Suppl 1:S3-8.

O AH possui papel principal para hidratação e elasticidade da pele (12).
Ann Dermatol Venereol. 2010 Apr;137 Suppl 1:S23-5.

O ácido hialurônico é responsável pela hidratação, troca de nutrientes e proteção contra as lesões causadas por radicais livres. O ácido hialurônico está sendo usado há anos para promover elasticidade, turgor e hidratação cutânea (13).
J Dtsch Dermatol Ges. 2008 Mar;6(3):176-80.
Ativos Dermocosméticos Baseados em Ácido Hialurônico
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CosmÉticos VICAE sÃo Livres de Parabenos? (Paraben Free)

O que são os Parabenos? Se alguma vez você leu a parte de trás da embalagem do seu xampu, com certeza viu Parabeno (Paraben) na lista de ingredientes; Butylparaben, Ethylparaben, Methylparaben, Isobutylparaben ou Propylparaben são encontrados em todos os lados, desde demaquilantes a cremes de barbear e pasta de dentes. Estes produtos químicos agem como conservantes, prolongando o prazo de validade inibindo o crescimento bacteriano. Parabenos são usados em dezenas de milhares de produtos e podem ser encontrados em muitos itens, até em alguns produtos alimentares.

O perigo dos Parabenos *
Por Maurício Gaspari Pupo      

Os Parabenos fazem parte de uma das classes de preservantes mais frequentemente utilizada em produtos cosméticos, estando presentes em mais de 80% das emulsões. Uma revisão publicada no renomado periódico Journal of Applied Toxicology despertou um enorme interesse do público e dos cientistas. Mesmo que os parabenos são, geralmente, avaliados como seguros, os dados recentes sugerem que esses conservantes apresentam propriedades estrogênicas, o que foi confirmado em uma variedade de testes realizados in vitro (em linhas de células de câncer de mama MCF-7 e ZR-75-I) e in vivo (em ratos e camundongos). Harvey PW. Parabens, oestrogenicity, underarm cosmetics and breast cancer: a perspective on a hypothesis. J Appl Toxicol. 2003 Sep-Oct; 23(5):285-8. Commento on: J Appl Toxicol. 2003 Mar-Apr;23(2):89-95

Ligações com receptores estrogênicos Um estudo da Universidade de Brunel, Reino Unido, reportou a leve ação estrogênica dos parabenos. Nesse estudo, o butilparabeno mostrou-se capaz de competir com o 3H-estradiol pela ligação com receptor estrogênico em ratos. Os pesquisadores relatam que esse é o parabeno com ação estrogênica mais potente, porém os outros (metil-, etil- e propil-) parabenos também apresentam leve ação estrogênica. Knowledge EJ, Parker J, Odum J, Ashby J, Sumpter JP. Some alkyl hydroxy bonzoate preservatives (parabéns) are estrogenic. Toxicol Appl Pharmacol. 1998 Nov;153(1)12-9.

Efeitos nos órgãos reprodutores masculinos e femininos São relatados também o aumento do peso uterino, a regulação da expressão do gene CAT, a proliferação das células MCF-7 (causado pelos butil-, isobutil-, e benzilparabeno) e os efeitos no trato reprodutivo masculino (causados pelos butil- e propilparabeno). Golden R, Gandy J, Vollmer G. A review of the endocrine activity of parabéns and implications for potential risks to human health. Crit Rev Toxicol. 2005 Jun 35(5);435-58.

Atividade Antiandrogênica: inibição da testoterona Um estudo realizado pelo Center for Health and the Environment, Universidade da Califórnia, EUA, demonstrou que os parabenos metil-, propil- e butil- inibem a testosterona. Com isso, foi reportada a necessidade de mais investigações para entender de forma mais ampla o impacto potencial desses preservantes na saúde reprodutiva humana. Chen J, Ahn KC, Gee NA, Gee SJ, Hammock BD, Lasley BL. Antiandrogenic properties of parabéns and other phenolic containing small molecules in personal care products. Toxicol Appl Pharmacol. 2007 Jun 15;221(3):278-84. Epub 2007 Mar 27.

Desodorantes - Um cuidado particular possivelmente relacionado ao câncer de mama 
A atividade estrogênica demonstrada pelos parabenos quando administrados via tópica e subcutânea é importante particularmente para os cosméticos utilizados nas áreas axilares. Em uma publicação do Journal of Applied Toxicology foi sugerido que o uso de parabenos em produtos cosméticos destinados para a aplicação na área axilar deve ser reavaliado. Foi hipotetizado que o uso de parabenos nessa região pode estar associado ao aumento da incidência de câncer de mama, o que foi confirmado em estudos realizados recentemente. Harvey PW. Parabens, oestrogenicity, underarm cosmetics and breast cancer: a perspective on a hypothesis. J Appl Toxicol. 2003 Sep-Oct; 23(5):285-8. Commento on: J Appl Toxicol. 2003 Mar-Apr;23(2):89-95. Em uma publicação do Best Practice & Reserach Clinical Endocrinology & Metabolism, também foi relatado que a região do tecido mamário está exposta a uma variedade de compostos químicos aplicados como produtos cosméticos nessa região ou na região axilar. Esses cosméticos permanecem na pele por um tempo prolongado, promovendo maior absorção dérmica e maior exposição do tecido mamário a compostos estrogênicos. Darbre PD. Environmental oestrogens, cosmetics and breast cancer. Best Pract Res Clin Endocrinol Metab. 2006 Mar;20(1):121-43. Possuindo atividade estrogênica, os parabenos podem mimetizar as atividades dos estrógenos na expressão de genes. Segundo outra publicação mais recente do Journal of Applied Toxicology, os parabenos podem regular a atividade de alguns genes, embora a sua atividade não seja idêntica a do 17-beta-estradiol. Pugazhendhi D, Salder AJ, Darbre PD. Comparison of the global gene expression profiles produced by methylparaben, n-butylparabens and 17beta0oestradiol in MCF7 human breast cancer cells. J Appl Toxicol. 2007 Jan-Feb;27(1):67-77.

Conclusões Com base nesses achados científicos, notamos que a maioria dos cosméticos necessita de uma reavaliação urgente de suas formulações. Isso é alarmante ao analisarmos a enorme utilização de cosméticos contendo parabenos por gestantes, lactantes, crianças e pacientes sob tratamentos diversos, como câncer, reposições hormonais e terapias crônicas. Hoje, o mercado possui preservantes naturais ou mais modernos que, até o momento, demonstraram segurança, permitindo aos formuladores o desenvolvimento de formulações mais seguras.           

Prof. Maurício Gaspari Pupo               

Coordenador da Pós-Graduação com MBA em Cosmetologia das Faculdades Unicastelo de São Paulo e Metrocamp de Campinas. Diretor Técnico da Consulfarma, Editor da Revista "In Cosmeto" e Diretor da ADA TINA Cosméticos.

*Reprodução do artigo autorizada pelo fabricante.

 

 

 

 

 

 

 

 

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